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 Réquiem do Inverno

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Hagen

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MensagemAssunto: Réquiem do Inverno   Sab Ago 21, 2010 9:02 pm

Inadequado

Lançado no devaneio
absorto na monotonia
Cansado de mutilar
O espírito da monologia.

Grandes debates místicos
que embriagam a soledade
Na sofreguidão incabível:
O copo da inatividade.

Inçando o inassimilável
Mostrando a inaptividade
de toda uma vida inaudita
de um ser inadequado.
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MensagemAssunto: Re: Réquiem do Inverno   Sab Ago 21, 2010 9:04 pm

Simplesmente Carina

Na Resplandescente noite ela surge
Em suas vestes: o véu límpido da beleza.
Minha sensação de paixão sem dúvida urge
Junto à condição de apaixonado, uma certeza.

Certeza de todos os meus sentimentos
Plena consciência de que não me engano!
São verdadeiros tudo que vivi: os momentos.
Uma loucura, uma paixão, é ótimo ser insano.

Emocão ávida, ver minha eterna musa
Seu corpo, seu rosto, um desejo imponente
Carina, nome de Deusa, minha crença única
Realidade e um sonho para sempre crescente.

Ao escutar sua voz, muda toda a minha sina
Sempre querendo estar perto de ti, minha Carina
Cuidando sempre desta mulher, com rosto de menina
Minha musa inspiradora, minha crença, minha vida
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MensagemAssunto: Re: Réquiem do Inverno   Sab Ago 21, 2010 9:05 pm

Vida ímpia

Apenas uma amálgama
de um ser descontente
o Suplício da alma
De uma dor latente.

A obssessão da solidão
Corrompendo minha essência
A corrupção da dor
Na plenitude de sua decadência.

Zéfiro que emana de meu ser
Zênite do meu malquerer
Palimpesto de minha vida
Espirito da guerra ímpia.

Impostura da solidão
Marcas da tristeza rupestre
quando me tornar ruinoso
serei mais do que celeste.
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MensagemAssunto: Re: Réquiem do Inverno   Sab Ago 21, 2010 9:06 pm

Sem título

Meu desejo eterno
Minha dádiva sublime
Minha busca solene
Meu anjo altivo.

Por eras te procurei
Em sonhos amei e sonhei
O dia de nosso encontro
elevar de nosso sonho.

Incompleto era antes da aurora
Conhecer-te era mais que conciso
Resumindo: estava perdido
Neste pesadelo finito.

O sonho ruim se foi
A sua chegada, um desatino.
Que desespero a ansiedade
Tão grande insanidade!

Mas o sereno não se fez rogado
E logo se estabeleceu em seu reinado.
Fazendo-me amar a bela princesa
Minha Deusa minha certeza.
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MensagemAssunto: Re: Réquiem do Inverno   Sab Ago 21, 2010 9:07 pm

Lamúria Penitente

Sozinho num corredor vazio
Com paredes brancas límpidas
Que mostram a dor e o frio
Sensação inerte e Insípida.

Mergulhado num caos de palavras
Embaralhado num jogo cartas,
Onde o coringa faz-se solidário.
E símbolos se mostram num rosário.
Escondido sobre outras formas
Escondendo a verdadeira aurora.


Custa-me caro ficar assim e pensar
Refletir e nunca sair do lugar.
Imobilizado pela inconstância do ser
Abalado e entristecido ao sobreviver.

A lamuria penitente da vida longínqua.
A triste e penitente sina
De um condenado eterno e marcado
Um ser que fora outrora abandonado.

Faça me acreditar em simples palavras,
Em tênues pensamentos suplicantes.
Num misto de poesia irradiante
Descontrolável penitência amarga.
Doce vida abafada.[b]
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MensagemAssunto: Re: Réquiem do Inverno   Sab Ago 21, 2010 9:07 pm

Fim de história

Na escuridão das trevas,
Onde a luz não ousa chegar,
Existe um lugar
Onde a vida apenas sobrevive.

Almas doloridas,
Cheias de mágoas feridas
Por ficarem presas
A uma realidade vazia .

Numa dor que desatina
Elas obtem o sofrimento Interno.
Não adianta ter um corpo.
O pesadelo é mostrado no rosto
Nas emoções e sentimentos
Nos agoniantes tormentos.

Eu não possuo mais as chaves
Não podendo ter mais passagem
Para o entendimento terreno.
Mesmo estando sereno
Na morte não enxergo mais nada
Nem o fim da estrada.

Numa viagem aos céus
Coberto pelo espiritual véu
Com o capuz da tristeza
E com a única certeza

Não podemos
Dar asas a imaginação
Se não podemos voar
Nem ter a satisfação
No minimo amando
Sem abrir a guarda.
Sem ter uma ressalva.

Inconsequências e atos
Futuramente arrependidos
Nos tornando muito fracos
E de longe esquecidos.

Apagados da memória
Tendo um triste fim de história.

No passado estive sorrindo
No futuro olhei chorando
Meu enterro despercebido
Minha História está acabando
.
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MensagemAssunto: Re: Réquiem do Inverno   Sab Ago 21, 2010 9:07 pm

Nem gritar sabes

Desta vez mudei meu estilo
Morte especial era seu destino
Desculpa ser tão vingativo.
Mas não tolero outro assassino

Minha vitima estava por perto
Me excitava a cada passo, cada metro.
Não distante da morte ela estava
Seu pescoço sua morte, eu desejava.

Mas por favor, não venha com isso.
Esse ataque de estrelismo!
Morra com classe com estilo!
Sofra com minha maldade, sim seu destino!

Nem gritar sabes, implore pela vida!
Ser inútil, que graças tem em chorar?
Morra com dignidade, relute.
Não se entregue, senão a tortura começará!
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MensagemAssunto: Re: Réquiem do Inverno   Sab Ago 21, 2010 9:08 pm

Envolto pela aura da morte
sucumbindo em forças de que não entendo
a realidade envolta em sombras
Uma aura de morte sedenta.

Nada pode ser maior
que o desejo de vingança
apenas refletindo o que passado me fez,
No presente estou em pujança.

Sim, estou em ascensão.
Desde o seu declínio
apenas esperando mais um martírio
de uma alma mortificada pela paz.

A paz de um sepulcro
que emana sentimentos frívolos
De pessoas que nunca entendem
O sentido de ser o mais Irascível.

Nada do que eu comente, irá justificar
meus atos falhos e perdidos
Contraditórios ou esquecidos
que falei, mas que não vivem mais.
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MensagemAssunto: Re: Réquiem do Inverno   Sab Ago 21, 2010 9:08 pm

Flertando com o Desejo
Numa insípida mentira
Ao se envolver em devaneios
de uma alma revolta e fria

Dança da dor que ascende
De infinitas maneiras a vida.
Cegueira que perscruta
Com olhos límpidos sua sina.

Beba esse veneno que te corroe,
Salve minha vida que murcha
Por esse tempo infindável cruciante.
Ouça essa prece esdrúxula.

Ore ao seu Deus, peça às suas crenças
Veja o cair de suas paredes e janelas.
Olhe para o interior de sua mente
Seu santuário manchado de dor latente.

Clamores não fazem mais efeito
Delírio é apenas um estágio que precede:
Toda a forma que devasta a origem
Ceifando o nascimento de sua vertigem.
Sua dor, vida e sina.
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